O infarto
agudo no miocárdio é uma doença que provoca a morte de parte
do músculo cardíaco (miocárdio) por falta de suprimento sanguíneo
para o coração, de forma aguda (rápida). Segundo a Campanha Coração Alerta, a
doença está crescendo em grandes proporções entre as mulheres. No Brasil, mais
de 200 mulheres morrem por ano, vítimas de infarto, chegando a superar os
números de morte por câncer de mama. o infarto agudo no miocárdio atinge
mulheres acima dos 40 anos de idade e, principalmente após os 50, época da
menopausa. Ainda segundo o especialista, os fatores de risco estão ligados ao
são a hipertensão arterial,
diabetes, colesterol, obesidade (principalmente abdominal), tabagismo,
sedentarismo e o stress.
“Entre as mulheres há ainda a
associação perigosa entre o tabagismo e o uso concomitante de
anticoncepcionais. Nos últimos 15 anos, observou-se um aumento da ocorrência da
obesidade e do tabagismo entre as mulheres como fatores importantes. Não
podemos esquecer ainda, principalmente entre os jovens, o uso de drogas
ilícitas como a cocaína e o crack são causas de infarto”, explica o médico.
Fatores de risco para o infarto agudo
no miocárdio:
.
A hereditariedade também é um fator
muito importante. A recomendação para pessoas que tem histórico de pais que
tiveram doença coronária (angina ou infarto) antes do 60 anos de idade é que
faça avaliação cardiológica até os 30 anos.
Prevenção do infarto no miocárdio:
O cardiologista afirma que a adoção
de hábitos saudáveis reduzem as chances de aparecimento da doença:
·
Não fumar.
·
Praticar exercícios aeróbicos (caminhada, corrida, natação,
hidroginástica).
·
Ter uma dieta sem excessos de gorduras saturadas, colesterol, açúcar e
sal.
·
Fazer avaliação com cardiologista para averiguar a presença de fatores
de risco.
Exames preventivos:
os exames preventivos devem ser
feitos anualmente pelo menos, podendo se tornar mais frequente caso haja alguma
alteração a ser corrigida. “Os exames a serem realizados são muitas das vezes
individualizados, mas de maneira geral, o médico poderá incluir exames de
sangue para a pesquisa do colesterol e para identificar a presença de diabetes”
detalha.
Para identificar o risco de infarto
agudo no miocárdio são utilizados exames de eletrocardiograma,
ecodopplercardiograma e testes funcionais como o ergométrico (esteira), o eco
com stress farmacológico e a cintilografia miocárdica, dependendo do caso.
Outros exames como a tomografia de coronárias e o cateterismo cardíaco poderão
ser solicitados caso o médico os ache necessários para a complementação do
diagnóstico.
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