sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Infarto agudo do miocárdio! Risco para as mulheres!

O infarto agudo no miocárdio é uma doença que provoca a morte de parte do músculo cardíaco (miocárdio) por falta de suprimento sanguíneo para o coração, de forma aguda (rápida). Segundo a Campanha Coração Alerta, a doença está crescendo em grandes proporções entre as mulheres. No Brasil, mais de 200 mulheres morrem por ano, vítimas de infarto, chegando a superar os números de morte por câncer de mama. o infarto agudo no miocárdio atinge mulheres acima dos 40 anos de idade e, principalmente após os 50, época da menopausa. Ainda segundo o especialista, os fatores de risco estão ligados ao são a hipertensão arterial, diabetes, colesterol, obesidade (principalmente abdominal), tabagismo, sedentarismo e o stress.
“Entre as mulheres há ainda a associação perigosa entre o tabagismo e o uso concomitante de anticoncepcionais. Nos últimos 15 anos, observou-se um aumento da ocorrência da obesidade e do tabagismo entre as mulheres como fatores importantes. Não podemos esquecer ainda, principalmente entre os jovens, o uso de drogas ilícitas como a cocaína e o crack são causas de infarto”, explica o médico.


Fatores de risco para o infarto agudo no miocárdio:
.
A hereditariedade também é um fator muito importante. A recomendação para pessoas que tem histórico de pais que tiveram doença coronária (angina ou infarto) antes do 60 anos de idade é que faça avaliação cardiológica até os 30 anos.
Prevenção do infarto no miocárdio:
O cardiologista afirma que a adoção de hábitos saudáveis reduzem as chances de aparecimento da doença:
·         Não fumar.
·         Praticar exercícios aeróbicos (caminhada, corrida, natação, hidroginástica).
·         Ter uma dieta sem excessos de gorduras saturadas, colesterol, açúcar e sal.
·         Fazer avaliação com cardiologista para averiguar a presença de fatores de risco.
Exames preventivos:
os exames preventivos devem ser feitos anualmente pelo menos, podendo se tornar mais frequente caso haja alguma alteração a ser corrigida. “Os exames a serem realizados são muitas das vezes individualizados, mas de maneira geral, o médico poderá incluir exames de sangue para a pesquisa do colesterol e para identificar a presença de diabetes” detalha.
Para identificar o risco de infarto agudo no miocárdio são utilizados exames de eletrocardiograma, ecodopplercardiograma e testes funcionais como o ergométrico (esteira), o eco com stress farmacológico e a cintilografia miocárdica, dependendo do caso. Outros exames como a tomografia de coronárias e o cateterismo cardíaco poderão ser solicitados caso o médico os ache necessários para a complementação do diagnóstico.

Nenhum comentário:

Postar um comentário